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Comecei a tocar violão aos 10 anos, meio que por instinto — era a forma que meu corpo encontrava de experimentar o som, de transformar silêncio em mundo. No ensino médio, descobri a poesia. Escrevia versos que, para minha surpresa, eram bem recebidos. Mas logo veio o vestibular, e deixei as palavras de lado para estudar engenharia de controle e automação.

Na prática, estudei mais violão do que engenharia. Cheguei a me preparar para uma competição de nível técnico, mas a vida, como sempre, tem suas curvas: minha filha nasceu, e com ela veio a necessidade de trabalhar. Fiz então um curso de programação em alto nível (o de baixo nível eu já trazia da faculdade) e consegui meu primeiro emprego na área.

Passei alguns anos mergulhado no tripé: trabalho, filha pequena e uma faculdade EAD. Quando finalmente me formei, minha filha adoeceu. Levei-a a um médium — e, depois que ela se recuperou, ele me olhou nos olhos e disse: “Agora você precisa pintar.”

E foi o que fiz.

Hoje, tento dar forma ao que pulsa dentro de mim misturando tudo que vivi e ainda vivo: arte, ciência, música, espiritualidade, amor e caos. O projeto que você encontra aqui é a continuação dessa história — uma maneira de traduzir tudo isso em som, cor e palavra.

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